
PRINCETON, New Jersey, sexta-feira, 7 de abril de 2006, na ocasião Bento XVI explicou que o matrimônio "não é uma invenção da Igreja", mas uma forma de vida que faz parte da natureza humana desde sua própria criação. A esta mesma conclusão chegou uma pesquisa interdiciplinar de investigadores que se acaba de publicar com o livro "O Sentido do Matrimônio: família, estado, mercado e moral" (spence), Editado por Robert P. George e Gean Bethke Elsthain. Entre outras afirmações o livro deixa bem claro que o matrimônio não foi inventado, ele é bem intríseco da natureza humana, é um Bem humano básico, "um aspécto irredutível do bem-estar e da plena realização de um homem e de uma mulher que se unem como esposos.
Todo este estudo chegou a conclusões que vêm de encontro a mudança de perfil dos casamentos na atualidade, de que o casamento é ato da vontade de dois seres livres que se escolhem mutuamente e não de uma permissão dada por uma instituição, ou por seus ministros e ou sacerdotes. O estudo afirma entre outras conclusões que o matrimônio por si só constitui-se um motivo para sua validade, e que seu valor não depende portanto de outros objetivos para o que é um mero instrumento(como a procriação, por exemplo). Ao unir-se um homem e uma mulher em todos os niveis do seu ser - o biológico, o emocional, o racional, o espiritual - o matrimônio converte-se em UMA ELEIÇÃO RACIONALMENTE VÁLIDA, COMO FIM EM SI MESMO.(os grifos são meus)
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